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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Crítica à trindade que controla.

Perdoem-me o calão de minhas palavras, mas somos mesmo um amontoado de idiotas! Sim, somos deveras. Estamos presos à política (negar é hipocrisia, convenhamos), economia e religião. Sei que parece estranho o que digo, vindo de mim, que creio em Deus, mas é a verdade. Andei lendo e refletindo recentemente e foi essa a conclusão a que cheguei.
Somos diariamente embainhados à lábia de Demóstenes. A política usa da palavra, da retórica, para nos convencer de algo que sabemos ser mentira. Não há bom-político porque a política corrompe o ser. É dessa forma algo natural a acontecer e, mesmo que não votemos ou que seja em branco ou nulo, vai continuar a mesma coisa ao longo das décadas ou até mesmo dos séculos.As pessoas não mudam, a vida não muda."O mundo já foi um lugar melhor pra se viver.O mundo é o mesmo, há menos razões para se viver." Piratas do CaribeO ser humano não sabe mais ser humano. Vivemos no egocentrismo e usamos disso para nos sobressair aos outros. Tudo fica muito claro quando se abrem os olhos, basta apenas querê-lo.A economia é o absurdo que controla os julgamentos. Chega ser ridículo como nos submetemos ao poder que damos ao dinheiro , no entanto não sou hipócrita a chegar ao ponto de dizer que é possível viver sem dinheiro - até os hippies o têm. Economia é o que controla o mundo e as pessoas desde muito tempo atrás.Se você não crê em Deus pode pular o parágrafo a seguir, mas se quiser saber minha opinião sobre algumas coisas dentro da "instituição" que somos desde crianças meio que forçados a acreditar, sinta-se a vontade para desfrutá-la.Eu sou católica, mas isso não significa que concordo com os termos e condições do "contratante", lê-se igreja. Poucas pessoas lêem contrato antes de assiná-lo. A igreja não é o que deveria ser a Igreja (entenda-se, igreja é apenas a construção, prédios etc., Igreja é o que aqueles que confiam Nele são umas com as outras), é apenas o lugar onde pessoas que julgam e fazem quase sempre o contrário do que Ele quer. Não sei se que as pessoas que lêem o meenvolva crêem ou não porque isso não me importa, uma vez que respeito a opinião de algumas.Deus não é um homem que leva as pessoas queridas para junto Dele, não, Deus é o amor personificado. Nós nos matamos uns aos outros todos os dias sem nos dar conta, somos totalmente responsáveis pelas desgraças que acontecem em todos os lugares do mundo, não há um ser apenas culpado por isso acontecer. Somos independentes de nós mesmos e por isso as coisas ruins acontecem. Se fossemos ligados, conectados, compartilhando alegrias e afeto, não haveria ruindade. Você quer o mal àqueles que ama? Não, é claro que não! Agora imagine se amássemos todos: não haveria caos, não haveria guerra, somente paz.Deus não é o que a igreja, a sociedade, pastor, bispo ou guru diz. Não existe regras para Ele, tampouco templos e dinheiro. A Igreja consegue sobreviver sem tudo isso, porque é apenas o sentimento mútuo que cada um construiu.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Estou meio revoltada ultimamente.

Títulos, nomes e outras idiotices.

Acho hipocrisia não poder chamar as pessoas como são. Eu me ofenderia ao ser chamada de afrodescendente. Queria eu ser preta para poder me deleitar com a música do Seu Jorge. Oh, Aurores!
Uma coisa que gostei em Harry Potter foi quando Minerva, Dumbledore e Harry em momentos distintos dizem que devem chamar Você Sabe Quem pelo nome, Voldemort, porque é quem ele é.
Gosto quando me chamam de pequena porque é quem sou, sou Gabriela, carinhosamente chamada por meus queridos de pequena.
Isso tanto serve para pessoas que não são consideradas como o "padrão" como para aquelas que fogem dele. Quando estava no primeiro ano do ensino médio dizia que queria ser profissional não apenas para receber meu salário, mas sim para fazer a diferença no mundo. Pensava "Eu tenho que deixar minha marca aqui, não posso ter nascido em vão!"
Enquanto vou à busca do verdadeiro eu, tecendo ao longo da jornada quem o verdadeiro eu sou, lido com os títulos que uns colocam em outros. Sabe de uma coisa que não gosto? Colocar na web meu relacionamento. Acho que se as pessoas se importam comigo não precisam me stalkear* ou ficar lendo meus tweets. Acho mais importante dizer juras de amor aos olhos do amado que publicando no mural, ou nas inúmeras/melosas/repetitivas fotos no álbum do "Namorado <3".
"Quantas curtidas esta princesa merece?" - foto de menina com deficiência. Isso me enoja! Então quer dizer que só porque ela é deficiente deve-se curtir? Essa mania de mandar os outros fazerem coisas porque é politicamente correto, mesmo que sem o intuito disso, chega a me irritar. Aposto que a foto sem legenda nenhuma arrancaria mais sorrisos pela boa disposição de vida da menina que apelando à chantagem emocional.
Ao invés de demostrar ao "mundo" como é bom e correto curtindo e compartilhando fotos e status, seria interessante fazer uma visita ao lar dos idosos ou de abrigos para menores e etc. Dar atenção é melhor e mais proveitoso que clicar na internet.

*Stalker é aquele que vive lendo/vendo/sabendo o que a outra pessoa faz, é o verdadeiro desocupado - de acordo com integrantes do Twitter. 

quinta-feira, 19 de julho de 2012

"Tudo vira bosta" Rita Lee

Desencontros, devaneios, desapegos, decisões.
As pessoas deviam saber o poder que as palavras têm. Às vezes fico pensando que se soubéssemos usar corretamente as palavras e a língua (difícil e) maravilhosa que é a portuguesa nos comunicaríamos muito melhor. É broxante começar conversar com alguém e ver que escreve errado. Eu sei que não somos perfeitos e et cétera mas, convenhamos, abreviar é diferente de escrever errado quando se está na internet. Há pessoas (malucas) que inventam palavras e significados novos para tudo e não necessariamente só as mulheres, como comumente dizem. Qual o sentido de trocar o belíssimo e atual "você" para "vs", quer dizer, isso não é nem a abreviação do pronome, isso é "versus"!
Além de conhecer as palavras deveríamos também conhecer uns aos outros. É realmente complicado não poder confiar nas pessoas que em outros tempos confiaríamos. Não dentro da escola, do trabalho, do buteco ou da igreja. É deprimente. As pessoas tornam-se baixas por miúdes motivos, não há controle de comportamento nem da fala. Baseada em Como o Sol tudo que não me interessa agora eu jogo fora. Sim, estou me abstendo de estupidezes alheias e vivendo o bom que a vida pode oferecer.
Não me arrependo (muito) das escolhas que faço e que fiz. Hoje completo 18 anos e sabe de uma novidade: perdoe-me a boca suja, mas é a mesma bosta! Se me sinto com mais responsabilidade? Para ser sincera acho que quando tinha 16 era mais que hoje. (risos.) Difícil quando tens de decidir repentinamente o que queres para teu futuro, chega ser triste as vezes - notei que não sei usar corretamente às vezes, não sei se uso ou não crase.
Alguém já te disse "que saudade do terceiro ano"? Eu não senti, mas mesmo assim talvez tenha de refazê-lo pela situação irregular da iscola que o cursei. Consigo ver lado bom nisso tudo, estou com mente positiva ultimamente. Meu único arrependimento foi aceitar a proposta pensando que seria a oportunidade de fazer melhor, custou-me muito caro. Mas sei que sou nova ainda, tento me manter na base e encarar isso como deve ser feito: literal aprendizagem.
Ao vencedor, as batatas!